Rolleyflex

Foto do gato feita com a Rolley

Foto da chuva que foi primeira página do jornal

Estas são as primeiras fotos que eu fiz para o jornal Diario do Grande ABC de Santo André entre 1968 e 1970. Nesta época o jornal tinha uma Rolleyflex e uma Yashica Mat que era exclusiva do fotógrafo que trabalhava com o colunista social. Com a Rolley eu fiz a foto do gato. Quando chegou a primera câmera 35mm, uma Nikon F com lente 50mm 1.1.4  eu comecei a fazer as primeiras fotos sem flash, como a foto da chuva que foi primeira página do jornal.

10 Comentários

Fabio Barbero   em 19 fevereiro, 2009

Quem sabe, sabe!
Belíssimas imagens! ´
Mesmo sem a tecnologia que existe hoje, mas com lentes muito melhores (sem tanto plástico e chips…) e um olhar aguçado você já fazia grande registros.
Muito boa a iniciativa de compartilhar suas histórias.
Parabéns, sou um grande admirador de seus trabalhos.

MRF   em 19 fevereiro, 2009

Mestre, lindo blog e fotos, um história melhor que a outra, mas RolleiFlex é com i e não com y.

Grande abraço

Pedro Martinelli   em 19 fevereiro, 2009

Esta certo, falha deste redador na hora do fechamento.

Tiago Queiroz   em 26 fevereiro, 2009

Olá Pedrão,

tudo bem?

Poxa, parabéns pelo blog sou admirador do seu trabalho.

Sou fotógrafo e colega do Forner.

Vou para uma viagem para o Acre na região do Rio Purus. Você teria alguma dica para me dar?

Se puder me escreva, tqueirozl@gmail.com

grande abraço e parabéns pelo blog está muito bom de ver e ler

Andressa Barros   em 11 março, 2009

A foto do gato está linda! Parabéns!

Sem pre quis usar uma Rolleyflex! Mas nos dias de hoje encontrar uma em bom estado é muito difícil! Me contento com as analógicas Leicas e Nikons!

Pedro Martinelli   em 11 março, 2009

Fique de olho nas lojas do centro da cidade. Conselheiro Crispiniano e arredores. Sempre
aparece coisa boa com preço bom. Tem muitos desavisados abandonando relíquias para
comprar uma câmera moderna.
abs.

Bruna Prado   em 18 março, 2009

Sabe, é bom passear por aqui.. hoje com calma achei este post. Tem muito a ver comigo, no meu momento. Essa tecnologia toda é positiva por um lado, mas negativa por deixar se perder a essência da fotografia. Não consigo me conformar em ver a fotográfia como uma nova Nikon ou Canon com WI-FI (Hi-Fi). Os processos estão todos acelerados como o mundo, a mágica que existia de aguardar se vai, assim como a mágica do laboratório analógico. Eu não sei se estou errada, mas tenho andado na direção contrária a tudo isso.

Mais uma vez parabéns pelo blog. Sou uma fã do seu trabalho.

Abraços,

Bruna.

Pedro Martinelli   em 18 março, 2009

Bruna,
Nem me fale. Para mim a sensação de perda é enorme. Eu tentei andar na direção contrária até recentemente. Não consegui,
a pressão da indústria é enorme. Eu gostaria de ter as duas coisas mas o ponto de vista atual, este da digital, quer exterminar
o filme. A trôco de que?. Bom, a trôco de simplificar a vida, é o que eu tenho ouvido. Mas quem falou que a vida simplificada é legal?
abs.

beth lorenzotti   em 19 março, 2009

Oi Pedrão e pessoal, sabem de uma coisa? Não sou fotógrafa, sou do texto, mas lendo vocês aí falando de Rollei lembrei de uma velha máquina que tenho aqui.

É igualzinha a Rollei, mas é Yashica. Está escrito
à direita EM, à esquerda Yashica Mat.

Há milênios comprei de um repóter fotográfico da Gazeta Mercantil para uma viagem que fiz à Europa.
Guardei por achar linda, nunca mais usei.
Não sou mesmo de fotografar. Prefiro ver as fotos.

Será que ainda funciona?

Eu tinha até a capinha de couro, não sei se ainda tenho.
Se alguem se interessar…

–Acabo de ler agora — depois que escrevi - que aí em cima o Pedrão conta que no Diario do Grande ABC tinham uma dessas… Li e não reparei antes…

Pedro Martinelli   em 19 março, 2009

Beth querida,
Sua Yashica funciona muito bem. Tudo normal, ainda tem filme 120 no mercado.
abs.

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